segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

intenso

Nada foi dito, não no encontro, nada nunca foi dito. Fazem questão de deixar tudo nas entrelinhas, subentendido. Tudo bem que vale a pena novas experiencias, novos jeitos de se comunicar, telepatia é uma coisa curiosa, mas tem uma hora que tentar adivinhar tudo cansa. Nunca foi dito nenhum "sim", ou "não", sequer um "talvez", nunca foi dito nada com palavras. Arranjaram meios alternativos de se entenderem, ou de não se entenderem, era complicado até se comunicar por carta, não imaginava-se nenhuma voz ao ler, pois um mal conhecia a voz do outro.
Mas quando se olhavam tudo ficava claro, o problema é que esse tudo, existia só na cabeça deles, ou de um deles. Tudo não passava de imaginação e fantasia? Então o tudo foi resumindo-se a nada com o tempo, e o que existia só em um plano, passou a ser real neste, a realidade nem sempre é um doce, e essa realidade era a de que nada nunca tinha existido, tudo não passou de sete sonhos, sete viagens, sete, o número que criou tudo, tinha acabado de criar um nada infinito. E como sempre, nada nunca foi feito.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

pra bom entendedor

um pensamento basta.

Filosofia et Bom humor

Não sou o pai da filosofia, mas serei o pai de um filósofo agora.
Se eu te enganar que sou escritor, certamente lerá.
Se eu te enganar que sou filósofo, certamente...
Pense!
Entendeu?
Não!
Então pense novamente.
Pense novamente.
Pense...
De tanto tentar me entender, nasceu mais um filósofo.
Entendeu?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

a história das coisas

FSM2009









Passeata de abertura do Fórum Social Mundial 2009/ Amazônia- Belém-PA.
Fotos por Carolina Ruffeil

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

hahaha

eu sou um paranormal
muitos tem tendencia a achar que isso nao é mal
mas nao posso ter uma vida normal
se tenho um desgosto todo mundo esta esposto
a um ataque sobrenatural
dos que ninguem nunca viu igual
eu não sou psicopata
embora só ande de terninho e gravata
as pessoas para mim na rua olham torto
e prefeririam com certeza me ver morto
para nunca mais ver meu rosto
para não dar mais nenhnum desgosto
posso entortar talheres
mas não tenho a mesma habilidade com as mulher
essou mais poderoso que o uri geller
mas não sou rico não ecrevi um best seller
não me diga que estou errado
pois pode sobrar para o seu lado
eu sou um paranormal
que se queixa mais continua sempre igual
se todos soubessem como é legal
derreter os outros sem fazer nenhum esforço
ser assim ia virara banal ia ser mania nacional

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

2012

Entre o final de agosto e os primeiros dias de setembro de 1859, grandes auroras boreais puderam ser vistas no céu de vários pontos do planeta. O belo espetáculo de luzes esverdeadas foi documentado nos EUA, em partes da Europa, Japão, Austrália e até mesmo no México (!). E o telégrafo deixou de funcionar em vários desses lugares. Não se sabia o que era, mas descobriram logo: Era uma imensa tempestade solar - a maior já documentada. Foi quando se descobriu que elas podem ser belíssimas, mas comprometem os sistemas elétricos.
Em março de 1989, uma tempestade solar intensa afetou os canadenses da região de Quebec. A rede elétrica foi a pico e entrou em colapso. O blecaute durou nove horas e deixou sem energia mais de 6 milhões de pessoas. Na Bolsa de Valores de Toronto, quatro discos rígidos de computador pararam de funcionar um após o outro. O pregão congelou - nem o backup continuava de pé - enquanto a equipe de suporte técnico tentava em vão localizar o causador do mistério. Mais de 6 mil satélites saíram de suas órbitas.
O fato é que várias tentativas de prever com exatidão as tempestades solares falharam. Mas há um indício inegável: as manchas solares desaparecem da superfície do Sol alguns anos antes do acontecimento: é a tal calmaria antes da tempestade. E isso aconteceu em 2006. Mausumi Dikpati, do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR), prevê uma tempestade ainda maior do que a de 1989 (só perderá pra de 1859). E a data,
segundo ele, é 2012.
EFEITOS
O primeiro equipmento a ser afetado será o sistema de GPS. Atravessar o Oceano Atlântico de veleiro, nessa época, não será uma
boa idéia. Principalmente no hemisfério norte, é bem possível que a rede elétrica pare de funcionar aqui e ali. Esta será a primeira tempestade solar intensa que viveremos em plena era da internet, das redes sem fio WiFi, do GPS de uso vasto. Somos totalmente eletrônicos, digitais. Mas, diferentemente da tecnologia do século 15, a do século 21 é susceptível aos humores da estrela mais próxima. HDs vão deixar de funcionar de uma hora para a outra sem que seus donos compreendam o motivo.
A tempestade começa na superfície do Sol, com um vento solar. É um vento rápido, forte, carregado de prótons e elétrons que são lançados no espaço. A carga afeta os vários planetas do Sistema Solar de forma diferente. O campo eletromagnético da Terra nos protege na maioria das vezes da radiação - mas, nos picos da tempestade, não há jeito que nos salve. Ela vem.
O primeiro resultado é o
aquecimento da atmosfera. O ar esquenta, a atmosfera se dilata e abocanha um naco que antes pertencia ao espaço. O resultado prático é que satélites de órbita baixa, repentinamente, não estão mais em órbita e sim na atmosfera. Se bobear, alguns caem.
A radiação de prótons e íons que entram no planeta afetam microchips. Eles param de funcionar. Sim, existem chips resistentes a este tipo de radiação - fundamentais para satélites ou naves espaciais. Mas aqueles encontrados dentro de nossos computadores não são assim.
Outra conseqüência da tempestade solar é que ela induz corrente - sim, surge energia elétrica do nada. Em Quebec, o que ocorreu foi isso. Ao encontrar as linhas elétricas, os elétrons se concentraram ali. Deu sobrecarga, o sistema parou. Na primeira vez em que uma tempestade assim foi documentada, em 1859, enquanto vários telégrafos paravam de funcionar, ao menos dois operadores descobriram, estupefatos, que podiam continuar sua conversa normalmente mesmo após desligarem suas baterias. A linha estava eletrificada!
Ha uma saída, claro: Fazer suas casas como uma Gaiola de Faraday (pondo fios do telhado até o chão, enterrando-se metros abaixo da superfície). Serve para desviar a eletricidade estática e proteger seu interior. Não custa dizer que a idéia é simples, eficiente, mas é bom contratar um engenheiro para desenhá-la.


Matéria Completa